MS-DOS

 

     Ao acionar o seu computador pela primeira vez, você verá algumas informações aparecerem.

Quando as informações pararem de rolar, surgirá o seguinte aviso.

C:\>_

     Este é o aviso de comando. O Sublinhado intermitente próximo ao aviso de comando denomina-se cursor. Este indica onde o comando digitado aparecerá.

Comandos do MS-DOS

# - Este sinal representará o espaço em branco.

CLS - Este comando limpa a tela do computador. Sua razão principal é livrar o usuário de gráficos ou textos indesejáveis no monitor.

DIR - Este comando lista na tela os arquivos existentes em um disco e fornece informações sobre tamanho, data e hora de criação dos mesmos.

DIR/W - Este comando lista na tela os arquivos em colunas.

DIR/P - Este comando lista na tela os arquivos, aparecendo na tela na parte inferior esta mensagem.

Pressione qualquer tecla para continuar...

DIR/W/P - Este comando lista na tela os arquivos em colunas, aparecendo a mensagem citada no comando anterior.

DIR/S - Este comando procura o arquivo especificado em todo o Winchester.

              Exemplo: DIR/S # WIN.*

CD ou CHDIR ou CD\  -  Este comando é utilizado para acessar um subdiretório, ou seja, entrar. Ao  acessar o sub-diretório, pode-se fazer todas as manutenções possíveis.

CD..     Este comando é usado para voltar um subdiretório anterior, até chegar à raiz principal.

MD ou MKDIR - Este comando é utilizado para criar o sub-diretório (diretório dentro de outro diretório). O comando MD é usado quando deseja-se organizar os arquivos de um diretório, tornando seu acesso mais rápido (muito utilizado quando se trabalha com Winchester). Ao se criar um subdiretório, pode-se copiar arquivos para ele ou criar arquivos dentro dele, ou seja, fazer todas as operações de um diretório comum (RAIZ). Exemplo: MD # NOME

RD - Este comando remove um sub-diretório de um disco se ele estiver vazio, ou seja, não possuir nenhum arquivo. Além disso, devemos estar fora dele para removê-lo. Se o sub-diretório possuir outros sub-diretório, mesmo vazios, o comando RD não removerá este sub-diretório.

Exmplo: RD # NOME

TREE - Este comando mostra na tela uma raiz de todos os diretórios, subdiretórios existente em seu winchester.

TYPE - Este comando mostra o conteúdo de arquivos.

              Você pode visualizar um arquivo dentro  de um diretório, estando  na raiz principal. Exemplo:

TYPE # NOME.TXT

MORE - Este comando é semelhante ao anterior por mostrar o conteúdo de um arquivo; no entanto este por sua vez, permite acessar o conteúdo de um arquivo muito extenso de tela em tela, ao pressionar qualquer tecla. Exemplo: MORE # NOME.TXT

ATTRIB # +H  -  Este comando é usado para ocultar todos os arquivos de uma só vez, ou ocultar apenas um arquivo especificado com o nome após este comando.

      Observação: Ocultar os arquivos, você estará protegendo os arquivos contra deletação com o uso dos comandos (DEL ou ERASE).

ATTRIB # -H  -  Este comando é usado para desocultar os arquivos que foram ocultos pelo comando anterior.

REN ou RENAME - Este comando é utilizado para mudar o nome de um ou mais arquivos sem  alterar seu conteúdo. Exemplo: REN # NOME1 # NOME2

DATE - Este comando ajuda a data que o Sistema Operacional usa quando atualiza arquivos. A data  deve ser digitada com três números separados com traços (-) ou barras (/).

TIME - Este comando estabelece a hora atual para o sistema. O único formato aceitável para hora é: hh:mm:ss.

DEL ou ERASE - Este comando permite deletar (apagar) um ou mais arquivos de um disco.

Exemplo: DEL # NOME.*

UNDELETE - Este comando é usado para recuperar os arquivos que foram deletados pelo comando anterior.

Observação: Se o arquivo deletado for acumulado, poderá não mais ser recuperado.

O método de Undeletação é feito digitando a primeira letra do arquivo deletado.

 

Outros Comandos

 

Como executar um programa no MS-DOS?

1º) Entre no diretório desejado.

2º) Liste o arquivo com a extenção EXE, digitando: DIR # *.EXE

3º) Digite o nome deste arquivo que você listou, sem a extenção e tecle Enter.

¾ Coringas ou Caracteres Globais: São caracteres utilizados para substituir uma parte não especificada do nome ou extensão de um arquivo. São eles: Asteriscos e interrogações.

Asteriscos - Utilizados para substituir um grupo de qualquer e quaisquer caracteres.

DIR *.EXE  -  Lista os arquivos que tenham a extensão EXE.

DIR DAT.*  -  Lista todos os arquivos que tenham o nome DAT.

DIR T*.*  -  Lista todos os arquivos que tenham o nome iniciado com a letra T.

DIR *.T* - Lista todos os arquivos que tenham a extensão iniciada com a letra T.

Interrogação - Utilizado para substituir apenas uma unidade, sendo esta unidade qualquer caractere.

DIR ??a*.* - Lista os arquivos em que o 3º caractere do nome seja a letra A

FORMAT A:  -  Este comando é utilizado para preparar um disco para uso. Num disquete os dados são gravados em trilhas sendo que cada trilha é dividida em setores. Nos disquetes de dupla face, duas trilhas correspondentes, uma em cada face, formam um cilindro. Num disquete novo, as trilhas e setores ainda não estão definidas, sendo que a definição desses elementos é feita por meio de gravação de determinados sinais e códigos eletrônicos. A definição das trilhas e setores é que se denomina Formatação.

     A unidade A: que vem depois do comando FORMAT deve ser usada obrigatoriamente, isto fará com que direcione a formatação do disco na unidade especificada.

     A inclusão do argumento /S indica que durante a formatação, o sistema deverá transferir para o disco o arquivo COMMAND.COM e os arquivos ocultos IO.SYS e o MSDOS.SYS

     A inclusão do argumento /U indica que no inicio para a formatação os arquivos existentes no disco não deve serem salvos, para depois serem recuperados com o auxílio do comando UNFORMAT.

     A inclusão do argumento /Q indica que a formatação deve ser feito num processo acelerado.

UNFORMAT - Este comando é usado para recuperar os arquivos num disco que foi formatado.

COPY - Este comando é utilizado para fazer cópias de um disco para outro ou para a duplicação de arquivos, podendo utilizar os caracteres globais. Sua sintaxe geral é:

1º Exemplo: Copiar de um diretório para outro.   COPY # C:\PASTA\TESTE.TXT # C:\PASTA2

2º Exemplo: Copiar puxando os arquivo de um diretório de um disquete, para um diretório no computador.  COPY # A:\PASTA\TESTE.TXT

3º Exemplo: Copiar os arquivos de um diretório no CD-ROM para um diretório na unidade C:\PASTA e ao mesmo tempo para um disquete A:\CAIXA

COPY # D:\ORIGEM\TESTE.TXT # C:\PASTA¶COPY # D:\ORIGEM\TESTE.TXT # A:\CAIXA

Para aparecer este símbolo do Enter ¶ tecle Ctrl + T

MOVE - Este comando é usado para mover arquivos de um diretório  para outro.

1º Exemplo: Mova os arquivos em um disquete de um diretório para outro pela RAIZ.

MOVE # A:\PASTA1\TESTE.TXT # A:\PASTA2     ou

MOVE # \PASTA\TESTE.TXT # \PASTA2

XCOPY - Este comando é usado para copiar diretório com todos os seus arquivos, com exceção dos arquivos de sistema e os arquivos ocultos.

                  É também usado para copiar arquivos de Winchester para Winchester.

Deve-se usar o parâmetro  \S  para que copie Diretórios, Subdiretórios e todos os arquivos existentes. Lembre-se também de mudar ou configurar o Winchester pelo jumpiamento em Primário (Master) e Secundário (Slyve).

VER - Este comando é utilizado para exibir a versão do Sistema Operacional.

VOL - Este comando exibe o rótulo de volume de um disco.

LABEL - Este comando é usado para definir o nome do rótulo de volume de um disco.

PROMPT - Este comando mudará o pronto do sistema operacional para qualquer série de caracteres.

O prompt normal é a letra do drive corrente seguido do sinal maior que (>).

     Para usar um caractere especial, deve-se precedê-lo na série de argumentos com um sinal de $.

Pode-se também incluir qualquer outros textos no prompt.

Caracteres especiais em uma série de prompt:

PROMPT # $P$G - Padrão

PROMPT # NOME # $P$G

t - Hora atual

d - Data atual

v - Versão do Sistema Operacional

n - Drive Corrente

p - Drive e Diretório corrente

g - Caractere “>“

L - Caractere “<“

q - Caractere “=“

b - Caractere “|

Exemplo:  PROMPT # $t <Enter>

Resultado: 12:15:03_, ou seja, hora atual.

                  PROMPT # $d <Enter>

Resultado: 1/1/80_, ou seja, data atual.

MSAV - Este é um programa Antivírus existente no DOS

DEFRAG - Este comando é usado para otimizar (organizar) o Winchester. Este programa torna o micro um pouco mais rápido (ao carregar os programas na memória).

DELTREE - Este comando é usado para deletar (apagar) um diretório com todos os seus subdiretórios e arquivos. Se você usar o parâmetro \Y depois deste comando, irá ignorar a mensagem se deseja continuar ou não com a exclusão do arquivo. Ex: DELTREE A:\*.TXT

COPY CON - Este comando é utilizado quando deseja-se criar arquivo texto. Arquivo texto é aquele em que conseguimos entender todos os caracteres que nele existem. Após o texto ser introduzido e deseja-se abortar a criação desse arquivo, pressiona-se as teclas Ctrl + C simultaneamente seguido da tecla ENTER. Se não houver erro deve-se teclar CTRL + Z (para salvar o arquivo de lote elaborado).

     O arquivo de lote é criado geralmente na raiz, no entanto você pode criar no diretório DOS ou em qualquer outro diretório indicado pelo PATH no Autoexec.bat.

Exemplo: Você pode criar um arquivo de lote no diretório UTIL , se houver a indicação do PATH no AUTOEXEC.BAT

     Exemplo: SET # PATH=C:\UTIL

EDIT - É um comando externo existente no DOS, usado para abrir arquivos, mostrando seu conteúdo onde pode ser alterado. Para abrir um arquivo você pode digitar no aviso de comando o comando EDIT seguido do nome do arquivo que você deseja abrir.

     Exemplo: EDIT # LEIA_ME.TXT

 

QBASIC - É um comando externo também usado para abrir arquivos, mostrando seu conteúdo onde pode ser alterado; tendo a capacidade também de elaborar programas na linguagem BASIC.

MODE - Comando utilizado, dentre outras coisas, para definir o número de colunas de tela. O MODE 40, define a capacidade de tela em 40 colunas. MODE 80, define a capacidade de tela em 80 colunas (default). Sua sintaxe é:

MODE # 40 ou MODE # 80 , que pode ser digitado no Aviso de Comando.

SYS - Este comando é usado para transferir o sistema operacional MS-DOS para ouro HD (Hard-Disk). Exemplo: SYS # A: fazendo isto o comando externo SYS.COM irá transferir o COMMAND.COM - IO.SYS - MSDOS.SYS para a unidade A: onde deverá estar o disco. Este processo é também usado para criar Disco de Boot (Disco de inicialização). Ao transferir os comandos citados acima para unidade A: e você chegar a acessar a unidade usando o comando DIR/A. Você pode notar que o IO.SYS (Input/Output - Entrada / Saída) e o MSDOS.SYS estão ocultos.

COMMAND - É o processo do Sistema Operacional. É um arquivo que obrigatoriamente deverá  estar no disquete de inicialização. Sua função é de interpretar os comandos e assim passá-los para a UCP.

CONFIG - É um arquivo que contém uma série de comandos os quais determinam a configuração do Sistema Operacional. Os comandos mais utilizados dentro do Config.sys: FILES, BUFFERS, LASTDRIVE.

     a) FILES - Determina a quantidade de arquivo abertos simultaneamente para uma aplicação. O comando é escrito da seguinte forma. Exemplo: FILES = 60

       b) BUFFERS - Determina o número de áreas de memória utilizadas para conter temporariamente os dados de entrada e saída. O comando BUFFERS é escrito da seguinte forma. BUFFERS = 40.

      O valor padrão varia em função do total de memória RAM existente no micro - computador.

           Buffers=5, se 256 Kb de memória RAM.

           Buffers=10, se 512 Kb de memória RAM.

           Buffers=15, se mais que 52 Kb de memória RAM.

       c) LASTDRIVE - Identifica o último de drive admissível. É indicado por letras que vai de A até Z.

Exemplo: Lastdrive=d significa que seu micro admite até 4 unidades a serem acessadas. Se você colocar no config.sys LASTDRIVE=B, e você tiver na CPU dois drives A e B, a unidade B não será acessada devido esta configuração padronizada especificada por este comando. Então é bom empregar sempre LASTDRIVE=Z.

AUTOEXEC - Este arquivo, quando existe no diretório raiz, é executado automaticamente após a carga do Sistema Operacional, antes que o último apresente na tela o sinal do pronto (prompt). A grande utilização deste arquivo é “acessar” a máquina para que ela já comece a trabalhar de forma como queremos. Dentro do AUTOEXEC.BAT, pode-se usar todos os comandos internos e externos, além do nome de arquivos executáveis. Apresentaremos aqui dois comandos que não foi possível vê-los anteriormente porque geralmente são utilizados apenas em arquivos de Lote, como o AUTOEXEC.BAT.

PAUSE - Este comando dá uma pause durante a execução de um arquivo de lote, só prosseguindo após uma tecla ser pressionada.  Exemplo: PAUSE # > # NUL   ou apenas PAUSE

     Este comando é usado somente num arquivo de Lote.

ECHO ON/OFF (MENSAGEM) - Utilizado como o argumento ON, o comando ECHO permite a presença dos comandos na tela e executa-os.

     Utilizado com o argumento OFF o comando ECHO não exibe a presença dos comandos na tela apenas executando-o. Este comando é sempre usado ao criar um arquivo de Lote.

     A arroba deve ser usada sempre antes do comando ECHO.

     Exemplo: @ECHO # OFF ou @ECHO # ON

DISKCOPY - Comando utilizado para copiar o conteúdo de disco inteiros. Ao se utilizar este comando, o disco destino  será totalmente apagado, e os arquivos do disco origem serão copiados para o mesmo, setor por setor. Exemplo: DISKCOPY # A: # A:

>PRN - Este comando é usado junto com o comando TYPE para visualizar e ao mesmo tempo imprimir o conteúdo de um arquivo. Exemplo: TYPE # AUTOEXEC.BAT>PRN

     Depois disto tecle Enter, e o conteúdo do arquivo Autoexec.Bat será impresso.

Obs.: Você também pode usar este comando junto ao COPY.

SCANDISK - É um programa do DOS, usado para gerenciar o Disco Rígido e Disco Flexível. Este tem como finalidade, indicar e corrigir erros que poderão ocorrer no disco.

ARJ - É um comando externo do DOS, usado para arjiar (compactar) arquivos de um programa em discos. As opções para este processo, será exibida na tela digitando: ARJ/?

Exemplo: Para compactar da unidade C:\UTIL para A:

Sendo que os arquivos que estão no diretório UTIL será compactado no disco que está na unidade A:

Para compactar digite no aviso de comando: ARJ #  a # A:\UTIL

O argumento “a” usado após o comando ARJ, serve para compactar na unidade A: com o nome UTIL

     Após a compactação no disco estará assim: UTIL.ARJ

     Para compactar chamando de disco em disco: ARJ # a # -va # A:\UTIL

     Este processo é usado, se o diretório UTIL tiver muitos arquivos, estão o uso do argumento -va fará com que apareça na tela uma mensagem, pedindo o próximo disco.

     Ao aparecer a mensagem; deve-se inserir no drive o próximo disco e teclar Y

     Para restaurar ou extrair os arquivos do disco: Deve primeiramente criar um diretório, com o uso do comando MD e depois entrar no diretório que você criou. Depois digitar: ARJ e A:\UTIL ou ARJ # e # -va # A:\UTIL

     O parâmetro “e” serve para extrair os arquivos do UTIL.ARJ que está no disco da unidade A:

 

HARDWARE

     A palavra HARD significa rígido: na informática significa a parte física do computador. O hardware subdivide-se em três partes:

1  U.C.P.

2  Periféricos

3  Memória.

UCP - Unidade Central de Processamento

O que geralmente chamados de “computador” não é apenas uma máquina, mas sim um conjunto de várias unidades (circuitos eletrônicos) interligados. A principal delas é a unidade central de processamento, também conhecida como UCP, responsável pela efetuação dos cálculos e pelo controle das demais unidades. É o lugar onde se localiza a “eletrônica inteligente” do sistema.

 

Interface

As interfaces são placas que inseridas em conectores da UCP, chamados de SLOTS (encaixe em português), permitem o intercâmbio de informações entre a UCP e periféricos. Existem dois tipos de interface:

1  Interface Serial;

2  Interface Paralela.

 

Interface Serial

Recebe um volume de dados e os transmite de bit em bit.

Interface Paralela

Recebe um volume de dados e os transmite de byte em byte.

Unidade de Lógica-Aritmétrica

Conhecida pela sigla ULA é uma das divisões da UCP, é encarregada de manipular os dados no computador. É responsável pelos cálculos e comparações lógicas.

* Manipular: preparar

Unidade de Controle

Uma das divisões da UCP, é responsável pela coordenação e harmonia do trabalho realizado.

 

Periféricos

 

Em informática, dá-se o nome de periférico a todo dispositivo que permite a comunicação do computador (UCP) com o mundo exterior. Esse mundo exterior pode ser a pessoa humana (o usuário) ou então qualquer tipo de dispositivo que seja controlado pelo computador ou que forneça informações a ele.

Existem três categorias de periféricos:

1  Entrada (Input)

2  Saída (Output)

3  Entrada e Saída (Input e Output)

 

Unidades ou Periféricos de Entrada (Leitura)

São os utilizados para se introduzir no computador a informação que vai ser objetiva de tratamento.

O principal periférico de entrada é o teclado.

Teclado

O teclado é do computador um periférico de entrada semelhante a uma máquina de escrever. Possuir adicionalmente teclas de controle chamadas de Teclas de Funções e a parte numérica semelhante a de uma calculadora.

O teclado é formado por letras de A a Z (Alfa) e numéricos de 0 a 9, portanto chamado “Teclado Alfanumérico”.

Em alguns casos, o teclado está integrado na mesma caixa que contém a unidade central; em outros, está separado fisicamente dela, mantendo-se a união por meio de um cabo. O número de teclas é importante, pois permite maior ou menor flexibilidade do manejo da máquina.

 

Unidade ou Periféricos de Saída

São os que o computador utiliza para entregar a informação ao mundo exterior (por exemplo, o resultado das operações realizadas).

Os principais periféricos de saída são:

Vídeo ou Monitor

O Vídeo é semelhante a um aparelho de televisão, projetado para exibir dados de saída do computador.

Sua conexão com a UCP é feita através de uma interface.

Dois tipos de vídeo podem ser usados no PC. O monocromático (padrão), em duas cores (Esverdeado e Branco / Preto e Branco) ou o colorido.

Outra possibilidade importante é a de se obter gráficos sobre a tela, e se estes são de alta ou baixa resolução gráfica. No caso das telas em cores, é oportuno conhecer o número de cores que podem ser gerados, nos monocromáticos, sua escala de cor é mono.

 

Impressoras

A impressora é o periférico de maior difusão e popularidade. E um periférico de Saída utilizado para se obter listas em papel dos dados de saída fornecidos pelo computador.

 

Unidades ou Periféricos de Entrada e Saída

Há casos em que uma unidade tanto pode fornecer dados ao computador (entrada) como também ao operador (saída). Estas unidades são conhecidas como “periféricos de entrada e saída”.

Os principais periféricos de entrada e saída são:

Unidade de Disco Flexível

Dispositivo giratório composto de um cabeçote de leitura/gravação. Sua função é ler ou gravar informações em um disco flexível. Este disco é introduzido no drive, e com um movimento de rotação em torno de seu eixo, é permitido que os dados sejam gravados no disco através do deslocamento de um braço instalado na cabeça de leitura/gravação.

Unidade de Disco Rígido (Winchester)

Armazena muito mais informações que um disco flexível (disquete), lê e grava muito mais rápido .

Armazena entre 10 a 200 MB (MegaBytes).

Obs.: Um disco rígido de 10 Mb eqüivale a cerca de 28 disquetes.

Modem

Permite a comunicação entre computadores por meio de linhas telefônicas ou cabos.

“Modem” significa Modulador/Demodulador.

 

Memória

 

É a unidade funcional encarregada do armazenamento das informações binárias. As características tecnológicas da memória de um computador são determinadas em última análise pela forma com que é constituída sua célula básica de armazenamento, o elemento de memória, a unidade física usada para armazenar um dígito de informação binária (bit). A memória principal dos micros - computadores é dividida em duas unidades de armazenamento: A memória RAM e a memória ROM.

Memória RAM (Random Acess memory)

É uma memória de acesso aleatório (grava e lê, por isso também chamada de memória de leitura/gravação), isto é, armazena dados de entrada, intermediários e de saída, além de instruções lógica e programas. Esta memória permanece ativa somente quando o computador está ligado, pois ela  é abastecida por energia, portanto volátil.

Memória ROM (Read Only Memory)

É uma memória somente de leitura onde o computador irá utilizar como um manual de consulta interno, informações que vêm gravadas de fábrica. Esta memória permanece fixa mesmo com o computador desligado. Existem três tipos especiais de memória ROM:

PROM; EPROM; EAROM

Memória Auxiliares

Servem como uma biblioteca, onde é possível acessar diretamente dados.

Exemplo: Disco Flexível (Disquete)

                Disco Rígido (Winchester)

                Fita Magnética (Fita Rolo)

Buffer

Compatibiliza a velocidade entre o computador e os outros periféricos.

As informações são enviadas a um BUFFER de dados e ficam guardadas até que um sinal seja emitido, para que possa haver o processamento.

 

 

Microprocessador

A definição mais elementar de um microprocessador é a de um circuito integrado capaz de executar um programa e controlar as unidades necessárias para a execução.

No início da década de 70, quando os primeiros microprocessadores surgiram. Despertou um grande interesse na utilização deste componente pelos diversos setores industriais.

Nota-se uma crescente utilização dos microprocessadores em equipamentos diversos.

O Microprocessador provocou uma revolução na eletrônica e no mercado. Sua confiabilidade tornou-se alta o número de componentes e a complexidade dos circuitos, pois com ele reduziu-se. As marcas mais conhecidas de microprocessadores são:

- INTEL        8086   -   286   -   386   -   8087   -   8088

- ZILOG       Z80     -   Z8000

1 SIGNÉTICS 2650 A

Unidade de Medida de Memória

Qualquer informações que seja enviada ao computador  é representada através de uma seqüência de dois símbolos (0 e 1). Estes símbolos representam respectivamente os estados LIGADO (ON) e DESLIGADO (OFF).

Esta representação recebe o nome de Sistema Binário (Sistema de Representação Numérica de Base 2), pois é o sistema mais natural existente, trabalhando apenas com dois números (0 e 1). Cada símbolo recebe o nome de BIT (Binary Digit).

BIT

Menor partícula armazenada ou processada na memória de um computador. Um conjunto de 8 bit’s forma um byte, formando uma representação de qualquer caractere.

Caractere

São símbolos existentes no teclado do computador.

Múltiplos de Memória

A capacidade de armazenamento de uma memória é medida pelos números de Bytes que podem ser armazenados. Para representarmos quantidades, utilizamos os seguintes parâmetros:

1 Bit

1 Byte

1 Kilobyte

1 Megabyte

1 Gigabyte

1 Terabyte

-> Menor informação

-> Unidade Padrão - 8 bits

-> 1024 Bytes

-> 1000 KB (Kilobyte)

-> 1000 MB (Megabyte)

-> 1000 GB (Gigabyte)

Classificação dos computadores.

Existem dois tipos de computadores: os analógicos (do grego analógos, que significa proporcionado) e os digitais (do latim digitus, que significa dedo).

            O termômetro é um exemplo de funcionamento por analogia, onde a dilatação do mercúrio é análoga à mudança de temperatura . Ao contrário dos computadores analógicos, que trabalham com grandezas físicas, os computadores digitais são capazes de somar, subtrais, multiplicar, dividir e comparar através de pulsações elétricas que representam dígitos 0 (ausência de corrente) e 1 (presença de corrente).

Os computadores digitais são os mais utilizados.

 

SOFTWARE

Por si só, o computador não é capaz de realizar nenhum trabalho; ele não é um “cérebro eletrônico”.

E somente um elemento capaz de executar uma terefa cuja execução lhe é ordenada. Por conseguinte, para que ele realize esse trabalho, é necessário que o homem lhe dê instruções, agrupadas em programas: o software, idealizado e realizado pelo homem.

Desse modo, podemos equipar o sistema de computação a um triângulo equilátero, em cujos vértices se encontram o hardware ou equipamento físico, o software ou conjunto lógico, e o homem ou elemento coordenador. Os três elementos são igualmente importantes e equivalentes no que toca o bom funcionamento, embora provavelmente devamos colocar no vértice superior o pessoal de informática; afinal de contas, é o homem que coordena o trabalho e decide o caminho a seguir.

Em sentido amplo, software é o caminho lógico de programas utilizados num computador, permitindo assim, que o mesmo realize seu trabalho.

Num sentido mais restrito, é o conjunto de programas e auxílios de programação, geralmente proporcionados pelo fabricante do computador que garantem ao usuário uma operação mais eficiente do equipamento.

O surgimento dos sistemas operacionais

A capacidade de trabalho dos computadores é aumentada pelo avanço tecnológico com isso, porém, cresce a dificuldade do homem em fazer uso de todo esse potencial, e ele passa a necessitar de novos auxílios em formas de programas não só a programação mas também o aproveitamento dos equipamentos.

Aparecem programas que facilitam os cálculos, programas que permitem a transferência entre periféricos e programas que reduzem o tempo morto ou ocioso da máquina. A organização dos trabalhos deixou de ser confiado ao homem para ser controlado por um software específico: o sistema operacional. Este é um programa que permite encadear trabalhos, acionar simultaneamente diversos elementos periféricos, conectar adequadamente os periféricos, proporcionar proteção contra os erros, contabilizar os tempos de utilização das diversas unidades, etc.

O sistema Operacional MS-DOS

O Sistema Operacional é o encarregado da movimentação dos dados entre as unidades de I/O  (Input/Output - Entrada/Saída) e a memória principal.

Os sistemas operacionais para microcomputadores baseados em disquetes, chamados abreviadamente  DOS (Disk Operating System) formam a mola-mestra do rápido desenvolvimento e disseminação de sistemas de uso pessoal avançado e uso profissional, na última década.

A sigla MS-DOS representa Micosoft-Soft-Disk Operating System. O Sistema Operacional define o ambiente em que seus programas trabalham. O Sistema Operacional estabelece o padrão funcional do computador.

O Sistema Operacional, com efeito, completa seu computador.

Sem ele seu computador seria uma peça inútil, como um carro sem combustível.

Há outras razões por que o Sistema Operacional é importante.

Os programas de computador não podem trabalhar com qualquer sistema operacional, e isto significa que a lista de programas disponível para o computador é bastante influenciado pela popularidade do sistema operacional que ele usa.

O que deve-se fazer primeiro.

BOOT é a abreviação de BOOTSTRAP LOADER. Em português, significa a procura de um conjunto de informações. Em outras palavras, toda vez que ocorre um BOOT, a UCP procura que conjunto de informações, ou seja, o Sistema Operacional que é formado por dois arquivos: IO.SYS + MSDOS.SYS e o interpretador de Comandos que é um arquivo chamado COMMAND.COM. Na operação de um microcomputador pode ocorrer dois tipos de BOOT: Frio e Quente.

Boot Frio

É o ato de ligar a máquina e carregar o Sistema Operacional. É realizado quando pressiona o interruptor Liga/Desliga da máquina.

Boot Quente ou Reset

É o ato de reiniciar o Sistema sem Ter que desligar a máquina. Quando ocorre um Boot , todo o conteúdo da memória RAM (memória principal) é apagada, o que força novamente à UCP procurar o Sistema Operacional junto com o Interpretador (Command.Com)

O Boot quente é realizado quando se pressiona as teclas CTRL (Control), ALT (Alteration) e DEL (Delete) simultaneamente, ou seja, CTRL + ALT + DEL, ou em alguns computadores, pressiona-se o botão RESET.

Tipos de Comando

 

     Ao ser ligado o computador, o Sistema Operacional é lido do disco para a memória RAM e começa a ser executado. A partir daí, quando o Sistema Operacional estiver pronto, ele aguarda até que o usuário defina um comando. Ao escrever o nome do comando, o Sistema Operacional irá a procura do respectivo comando. Ele tem duas opções sobre onde encontrá-los. Um comando pode estar interna ou externamente armazenado. Comandos internos são construídos e embutidos no próprio interpretador de comandos. Outros comandos são externos. O Sistema Operacional tem que lê-los em discos antes de poder executá-los. Dentro do Command.com tem 40 comandos (chamados de comandos internos), os comandos externos geralmente ficam no diretório DOS ou dentre do subdiretório COMMAND do WINDOWS.

 

Exemplo de AUTOEXEC.BAT

 

@ECHO # OFF

PROMPT # $P$G

C:\MOUSE\MOUSE

SET # PATH=C:\DOS;C:\WINDOWS;C:\WINDOWS\COMMAND;C:\

SET TEMP=C:\DOS

C:\WINDOWS\COMMAND\DOSKEY

Mode # com # codepage # prepare=((850) # C:\WINDOWS\COMMAND\EGA.CPI)

Mode # com # codepage # select=850

Keyb # br,,c:\WINDOWS\COMMAND\KEYBOARD.SYS

 

Exemplo de CONFIG.SYS

 

DEVICE=C:\WINDOWS\HIMEM.SYS

DEVICE=C:\WINDOWS\EMM386.EXE RAM

BUFFERS=40,0

FILES=100

LASTDRIVE=E

FCBS=4,0

DOS=UMB

DEVICE=HIGH /L:1,12304=C:\WINDOWS\SETVER.EXE

DEVICEHIGH=C:\WINDOWS\IFSHLP.SYS

STACK=9,256

DOS=HIGH

DEVICE=C:\WINDOWS\COMMAND\DISPLAY.SYS con=(ega,,1)

COUNTRY=055,850,C:\WINDOWS\COMMAND\COUNTRY.SYS

 

Obs.: Na linha do config.sys, pode-se empregar a palavra NOEMS no lugar de RAM. O Valor do FILES varia de 30 a 200.

Outras linhas podem ser empregadas automaticamente durante instalações de programas (Exemplo: CLIPPER 5.0) e dispositivos tais como (MULTIMÍDEA), sendo assim, não é importante conhecer a fundo a influência de tais linhas para a execução de determinados aplicativos. Nota-se também que nem sempre o caminho é direcionado para o WINDOWS. Pode-se também direcionar para o DOS.

(Exemplo: DEVICE=C:\DOS\HIMEM.SYS).